A Resolução CFM 2.454/2026 define obrigações para todo uso de IA na medicina — de chatbots de triagem a apoio diagnóstico — e a responsabilidade é pessoal do diretor técnico. A IA Hipócrates transforma essas obrigações em um dossiê técnico-jurídico, revisado por especialistas e chancelado por escritório de advocacia parceiro: política é opinião; dossiê é evidência.
Faça o diagnóstico gratuito 5 perguntas · 2 minutos · nenhum dado é coletadoTrês etapas, do diagnóstico ao dossiê que se mantém em dia.
Cinco perguntas mapeiam seu nível de exposição regulatória. Sem cadastro, sem coleta de dados — o resultado é seu.
Cada sistema de IA da instituição é inventariado — inclusive a IA embutida que ninguém lembra que comprou — analisado contra a Resolução e consolidado em um parecer revisado por especialista e chancelado juridicamente. Cada evidência entra no índice com hash, para que o conjunto se sustente sob escrutínio.
A obrigação não acaba na entrega: sistema novo, fornecedor novo ou mudança de supervisão exigem re-análise, e a própria norma prevê re-revisão periódica. A manutenção anual mantém o dossiê pronto para ser entregue a qualquer momento.
Um artefato datado antes de 26/08 é diligência. Depois, é remediação. Essa diferença é lida por quem avalia a conduta da instituição — e ela não volta.
O Conselho Federal de Medicina define as regras para o uso de inteligência artificial na prática médica.
Instituições que iniciam agora chegam à vigência com inventário completo, dossiê estruturado e pendências resolvidas — tudo datado antes do prazo.
A partir desta data, a exigência passa a ser citável em qualquer processo — ético-disciplinar perante o CRM, contra o registro do diretor técnico, e cível contra o patrimônio da instituição. A Resolução não prevê multa alguma — e tampouco registro ou certificação perante o CFM: o que decide é o que a instituição consegue apresentar, e quando aquilo foi produzido.
Na prática, a primeira cobrança tende a vir de processos e perícias que citam a Resolução, e de questionários de due diligence enviados por hospitais aos seus fornecedores de IA — antes de qualquer vistoria. Por isso o produto é um arquivo de defesa, e não um certificado. E vale a fronteira: o fornecedor responde pelo produto; a 2.454 cobra a instituição.
Cinco perguntas. O cálculo acontece no seu navegador — nenhuma resposta é enviada ou armazenada.
1. Sua instituição usa alguma ferramenta de IA hoje? (chatbot, triagem, laudo assistido, transcrição, agendamento inteligente…)
2. Alguma dessas ferramentas influencia decisões clínicas — diagnóstico, prescrição, prognóstico?
3. Existe um inventário formal dos sistemas de IA em uso — aprovado por TI, jurídico e direção?
4. Profissionais usam IA generativa (ChatGPT e similares) no dia a dia clínico, mesmo informalmente?
5. A instituição já se preparou de alguma forma para a Resolução 2.454/2026?
O resultado aparece aqui embaixo. Nada é enviado — o cálculo é local.
Diagnóstico feito? O próximo passo é uma conversa. Conte o que sua instituição usa e receba uma orientação inicial sem compromisso.